Lírio do Pai, Tabor para o Mundo!!

Lírio do Pai, Tabor para o Mundo!!

22 de abril de 2007

Ensaio do dia 14!!!





No dia 14 de abril, sábado, nós nos reunimos para o penúltimo ensaio para o 4° Aniversário do Santuário Tabor da Liberdade.

Afinando as vozes e aquecendo os tambores... como ficou bonito!!!!

E lembrando que dia 28 de abril teremos nosso ultimo ensaio para a festa. Todas lá heinn!!!

15 de abril de 2007

Tabor da Liberdade!!!


Nosso ideal é ousado

O ideal da liberdade é um ideal muito ousado para as nossas fracas forças. Foi na confiança do "Nada sem Vós e nada sem nós" que o desafio foi aceito pela Família de Schoenstatt, na Arquidiocese de Belo Horizonte.

A missão é sagrada

No "Tabor da Liberdade" a Mãe de Deus terá a sagrada missão de conduzir a todos para a verdadeira liberdade. Ela quer educar filhos de Deus, livres das algemas que os aprisionam às más paixões e aos vícios, para levá-los a se decidirem livremente a cumprir a vontade de Deus.

O "Tabor da Liberdade" deverá ser a "oficina" do novo homem, do homem livre, do herói e do verdadeiro apóstolo da liberdade!

Um pouco de história...

O "sonho" pelo "Tabor da Liberdade" começou a ser alimentado no início dos anos 90. A Mãe de Deus foi escolhendo seus instrumentos, formando-os na pedagogia e plasmando-os na espiritualidade do Pe. José Kentenich. O povo mineiro por tradição traz na alma um profundo sentimento religioso e a piedade mariana. Isso fez com que o Movimento de Schoenstatt, se expandisse rapidamente em nossa Arquidiocese.

A coroação da Rainha da Família confirmou: é hora de mobilizar as forças

Após o grande evento da coroação da Mãe Peregrina em 1999, quando o Ginásio do Mineirinho foi pequeno, para acolher todos que iriam coroar a Mãe de Deus, sentiu-se naquela imensa manifestação de fé que nossa Mãe e Rainha nos mostrava ser esta a hora de mobilizar as forças, na busca de um terreno para edificar seu trono de graças.

Logo após a coroação foi realizada uma novena, estimulando todos os Ramos da Liga e a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt e, pedindo a intervenção de nossa MTA neste sentido. A novena terminou no dia 8 de dezembro, festa da Imaculada Conceição. A resposta à nossa oração veio rapidamente, pois em janeiro de 2000, recebemos a oferta da doação de um terreno, pelas mãos do Pe. Geraldo Viana da paróquia de São José, em Confins, na grande Belo Horizonte!

Desde 2000 há celebrações no local do Santuário

A partir da escritura do terreno, em agosto de 2000, todos os terceiros domingos de cada mês, foi celebrada uma Santa Missa no terreno, com a participação de numerosos peregrinos.

Em janeiro de 2001, essa terra, que desde a eternidade estava destinada a receber o trono da MTA, recebeu, com solene bênção a ermida de nossa Mãe e Rainha.

Em outubro de 2002, na bênção da pedra fundamental D. Serafim, nosso Cardeal, assim se expressou: "Esta não é uma pedra. É uma semente, é um coração, é fé crescendo a cada momento. Nós também estamos presentes, estamos vivos nesta pedra, assim como uma árvore está viva pelas sementes. Dentro em pouco, este Santuário será uma grande árvore, nascida de todos nós, regada com o esforço, o coração, a alegria e o sacrifício de tantos".

O amor é criativo e edificamos o Santuário de muitos modos

A conquista espiritual foi sendo feita desde muito antes de termos o terrenos e ultimamente ela se manifesta de diversas maneiras.

A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, em cada região episcopal, se responsabilizou para conquistar as diversas partes do Santuário. Por ex. uma região ela está conquistando espiritualmente o piso do Santuário. Os zeladores receberam o desenho do piso, para marcar ali suas ofertas ao Capital de Graças, com os seguintes dizeres: "Mãe de Deus, abençoado foi o piso de tua casa em Nazaré, assim como foi o chão que pisaste na terra. Abençoado é o piso dos lares que visitas, abençoados são os corações que habitas. E abençoado será o piso do teu Tabor da Liberdade, Santuário de amor e graças, que em tua honra edificamos".

Um grupo de senhoras fez uma novena, saindo sempre às 5h. da manhã rumo ao local já demarcado para a construção do Santuário, para ali rezar o Rosário. O Ramo das Mães se responsabilizou pela conquista da porta, propondo-se de rezar 60.000 mil ave-marias até o dia 17 de maio próximo. Durante a coleta da Santa Missa, um senhor expressou que trouxe um dinheirinho, para comprar água, mas renunciava para dar esse valor à Mãe de Deus. Assim com gestos grandes ou pequenos, mas com muito amor, cada um vai dando seu tijolinho de construção.

Elfrida Almeida


12 de abril de 2007

"Não fique no meio do caminho"















"Se forem capazes de experimentar intimamente, que não nos entregamos a nenhum destino cego, a nenhuma "coisa", mas a um Pai, que é pessoa, que ama infinitamente, então temos um ponto de apoio, que por nada do mundo pode ser abalado. Então vemos tudo, as coisas maiores e as mais pequenas, as mais agradáveis e as mais amargas, numa perspectiva totalmente distinta. A eternidade irromperá no nosso pensar, amar e viver, e o nosso pequeno coração chega ao mundo infinito."

8 de abril de 2007

Jesus Cristo ressuscitou! Está vivo!


“Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui, ressuscitou!” (Lc 24, 5b-6). Três dias após a morte de Jesus, algumas mulheres foram ao seu túmulo, ouviram este anúncio e se tornaram mensageiras dessa boa notícia.

Também hoje a Igreja testemunha e anuncia, como fez através dos séculos: Jesus Cristo, morto na cruz, ressuscitou, está vivo e presente no meio de nós! Por infinita condescendência para conosco, Deus tornou-se próximo de nós e manifestou-nos amor sem medida, iluminou e deu sentido novo à vida através da ressurreição de Jesus.

A Páscoa, passagem das trevas para a luz, da morte para a vida, empenha-nos decididamente na superação dos sinais de morte ainda presentes na cultura e na convivência humana. O anúncio pascal traz a certeza de que a injustiça e o egoísmo, a violência e o ódio não terão a última palavra sobre a existência.

A Páscoa faz-nos abraçar a defesa da vida humana, em todas as suas fases, e da natureza, ambiente da vida, dom do Criador. O cuidado da Terra, nossa casa comum, e o zelo pela sua capacidade de acolher e abrigar a vida são cada vez mais urgentes e requerem o esforço solidário de todos; essas atitudes decorrem do respeito a Deus criador e amigo da vida.

Não é belo, não é coerente com nossa fé, não é justo com o próximo promover a violência, a cultura da morte, o desprezo à obra de Deus e à vida de nossos semelhantes. A ressurreição de Jesus Cristo revela que Deus está do lado da vida; por isso, somos convocados a estar desse lado também.

Ressuscitou! Não está mais entre os mortos! O amor de Deus, manifestado a nós na ressurreição de seu Filho Jesus Cristo, alimenta a alegria e a esperança; ao mesmo tempo, faz-nos participar da edificação da sociedade, segundo os critérios da verdade, da justiça e da solidariedade. A Páscoa de Jesus é sinal da vitória possível sobre a morte e todos os males.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, ao formular votos de feliz e abençoada Páscoa, convida todos a abraçarem, de maneira decidida, a causa da vida.

Jesus Cristo, que passou da morte para a vida, fortifique nossa esperança. O Deus da vida abençoe a todos.

Brasília, Páscoa de 2007

Texto retirado do site: www.cnbb.com.br


Encontro com o Papa

Olá meninas!!!
Visitem o site www.schvisitadopapa.com que tem as informações sobre como anda a organização da Juventude de Schoenstatt para o encontro com o Papa em maio.

1 de abril de 2007

Texto lido na reunião de 01 de abril: Carlos Heitor Cony

Tenho um amigo, o Artur da Távola, que durante anos manteve uma coluna diária sobre televisão, muito lida por sinal, não era informativa, mas opinativa, comentava o que hoje chamam de "conteúdo", desprezando o dia-a-dia das fofocas, quem estava dando para quem, quem ia dar para dar quem etc.
Eu admirava a sua onisciência sobre as novelas em exibição, nunca menos de três, nos vários canais das TVs abertas de então. Tinha a impresão de que ele acompanhava todos os capítulos de todas elas.
Um dia, perguntei se ele assistia a uma e gravava as outras para assistir depois, quando tivesse tempo para isso. Não, não tinha tempo, além de jornalista, era político, chegou a senador. Mas explicou como dava conta do recado. Em média, uma vez por semana assistia a um capítulo da novela tal e assim ficava atualizado não apenas com as tramas mas com os desempenhos.
Do Távola e das novelas passo para mim mesmo e para a paisagem geral do nosso tempo, que concluí uma variedade espantosa de tramas e desempenhos tanto no setor nacional como no internacional. Um problema de saúde que se agravou de repente impediu-me, durante mais de três meses, de ler jornais e revistas, ver noticiários da TV; fiquei completamente por fora, embora nunca tenha estado muito por dentro de nada, por falta de tempo e de interesse.
Quando retornei à atividade, por Júpiter!, nada havia mudado. O presidente da República era Lula tentando se reeleger. Três meses depois, era Lula já reeleito. A guerra civil no Iraque continuava, com Bush mandando mais soldados para lá. Os ministros, que antes pareciam provisórios, continuavam provisórios até semana passada. A violência urbana, mortos e feridos, as balas perdidas, as taxas do crescimento nacional, o volume das exportações, os novos caminhos das diversas bandas em atividades, mais uma vitória da Beija- Flor no Carnaval, a polêmica sobre a necessidade de penas mais severas para crimes hediondos e os próprios crimes hediondos - tudo parecia o mesmo.
Lembrei lá em cima o Artur da Távola e lembro agora o finado Rubem Braga, cronista maior da nossa imprensa. Ele passou uns meses fora do Brasil e, quando voltou, a única novidade que encontrou foi o cigarro Hollywood com filtro. Na minha volta, nem isso encontrei; pelo contrário, encontrei menos cigarros com ou sem filtro, eu próprio pelo menos deixei de fumar - o que pelo menos foi uma novidade no plano pessoal.
Mesmo assim, por necessidade profissional, voltei a ler jornais e a ver noticiários, mesmo sabendo que as coisas continuam as mais ou menos as mesmas. As mudanças são pontuais, caras substituídas por outras, mas os discursos são os mesmos, os veículos da mídia acabam redundantes, não por gosto ou incapacidade técnica, mas para serem fiéis ao que está acontecendo, que na realidade é a mesma coisa que aconteceu antes e acontecerá depois.
Se nas novelas há sempre o filho que não é filho daquela mãe, se há herança para ser disputada e segredos que não serão revelados, na vida real as coisas podem não ser iguais, mas se repetem com uma monotonia que, além da redundância, caem na chatice institucional.
De várias formas e estilos, lê-se que o Brasil não tem jeito, somente aqui acontecem essas coisas, a classe política é despreparada, a corrupção é premiada e esquecida, o Caetano Veloso acha isso, um dossiê está sendo preparado para botar o Maluf outra vez na cadeia, Romário está em busca do seu milésimo gol.
A redundância se estende aos formadores de opinião, que se manifestam em análises e prognósticos que pouco variam. Putro dia, um aluno de comunicação colocou um grave e impossível problema para mim. Se eu fosse dono de um jornal e tivesse de dar uma manchete na capa, qual seria esta manchete? A cura do cancêr? A paz universal? Elvis Presley não morreu? Foram encontrados os ossos de Dana de Teffé?
Meditei bastante antes de dar a resposta. A hipótese - ser dono de um jornal - era mais do que improvável. Mas o desafio fora lançado e eu saí com esta novidad: " O Titanic acaba de afundar".

Folha de São Paulo, 30 de março de 2007.
Carlos Heitor Cony